No grande debate teológico – e por maior razão! – cultural que São Paulo travou com os Gálatas, a liberdade emerge como chave da existência cristã: «Foi para a liberdade que Cristo nos libertou» (Gal 5,1)! O cristianismo das origens viveu de forma apaixonada essa reivindicação. Face às limitações que os particularismos de vária índole ditavam (fossem eles étnicos, sociais, económicos, religiosos…), o anúncio cristão expressa-se como uma inconformada aspiração de liberdade. Os textos do Novo Testamento são também um elogio à liberdade de pensamento e de palavra. O cristianismo começou inclusive por ser um delito de opinião, que custou aos seus protagonistas a prisão e a morte. Mas o “delito cristão” não cessou de ser, como sabemos, um extraordinário impulso para a libertação do Homem e da História.
Na atenção que a Igreja dedica à Cultura (ela sabe que aí, de forma prática, se joga a construção do humano) pretende-se afirmar a liberdade como valor inegociável, mas necessariamente articulado com a Verdade, o Bem e a Beleza. Temos de perguntar: “que liberdade é que buscámos e vivemos?”; ou então: “para que serve, para que tem servido a nossa liberdade?”. A cem anos da Implantação da República (importante efeméride a que a Igreja se associa), reflectir sobre Portugal é olhar para a liberdade e averiguar o seu grau de pureza.
PROGRAMA
5 de junho de 2009
9h45
Inscrições e acolhimento
Casa de Nossa Senhora das Dores, Fátima
10h30
Conferência e debate
O Estado da Liberdade, um Olhar ao Portugal de Hoje
José Manuel Fernandes (Director do «Público»)
Moderação: Filipe d’Avillez (Jornalista da Rádio Renascença)
11h45
Intervalo
12h00
Variações Sobre a Liberdade
Joana Carneiro (Maestrina)
12h30
Missa
13h15
Almoço
14h45
Mesa redonda
Que Havemos de Fazer Com a Liberdade?
D. Manuel Clemente (Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais)
Marcelo Rebelo de Sousa (Professor universitário)
Moderação: Paulo Rocha (Director da Agência Ecclesia)
16h15
Intervalo
16h30
Acto de Entrega da edição de 2009 do «Prémio de Cultura Árvore da Vida – Padre Manuel Antunes»
Prof. Adriano Moreira
Apontamento musical
Ensemble em Sol
Perguntas & respostas sobre a Jornada
Quem pode participar na Jornada?
Todos os interessados.
Como posso participar na Jornada?
Através de inscrição.
Como posso inscrever-me na Jornada?
Há duas opções.
a) Inscrição por correio postal.
- Preencha e envie o boletim de inscrição por correio postal, acompanhado de cheque no valor de € 12,50 (por pessoa), à ordem do «Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura». O endereço para onde deve remeter estes elementos está no desdobrável.
- No dia da Jornada basta dirigir-se ao «Acolhimento», e indicar o seu nome.
- O desdobrável (que inclui o programa da Jornada e o boletim de inscrição) pode ser obtido aqui.
b) Pré-inscrição «online».
- Preencha o formulário eletrónico no «site» da Pastoral da Cultura.
- No dia da Jornada dirija-se ao «Acolhimento» e indique o seu nome; a inscrição será concluída com o respetivo pagamento (€ 12,50 por pessoa).
- A pré-inscrição «online» pode ser feita aqui. Índice das perguntas
Se decidir fazer a pré-inscrição «online», como poderei pagar a inscrição no dia da Jornada?
Através de numerário (de preferência com a quantia certa), cheque e vale postal; nestes dois casos o documento deve ser passado à ordem de «Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura». Índice das perguntas
O que é que está incluído no valor da inscrição (€12,50)?
Pasta da Jornada e almoço na Casa de Nossa Senhora das Dores. Índice das perguntas
Pretendo inscrever-me mas não desejo almoçar na Casa de Nossa Senhora das Dores. Quanto devo pagar?
€ 6,00. Índice das perguntas
Pretendo inscrever-me mas não poderei estar presente durante toda a Jornada. Quanto devo pagar?
Se almoçar na Casa de Nossa Senhora das Dores, a inscrição é de € 12,50, independentemente do número de horas que vai estar na Jornada. Se não almoçar na Casa de Nossa Senhora das Dores, o valor a pagar é de € 6,00, independentemente do número de horas que vai estar na Jornada. Índice das perguntas
Além da inscrição na Jornada, pretendo pernoitar de 5.ª para 6.ª feira (e/ou de 6.ª para sábado) na Casa de Nossa Senhora das Dores. Podem fazer essa reserva?
As reservas de alojamento devem ser feitas pelos interessados. O Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura só organiza as inscrições na Jornada. Índice das perguntas
Gostava de participar mas não me inscrevi. É possível estar presente?
Teremos todo o gosto em a(o) acolher, até ao limite da lotação da sala. Mas não lhe poderemos assegurar o almoço na Casa de Nossa Senhora das Dores nem a pasta da Jornada.
Se se encontrar nesta situação, dirija-se ao «Acolhimento» a partir das 09h30 e indique que não se inscreveu; ser-lhe-á dado um boletim de inscrição, que deverá preencher no local. A taxa é de € 6,00 por pessoa, sem almoço na Casa de Nossa Senhora das Dores, e com a eventualidade de não ter pasta.
Note que não o poderemos avisar antecipadamente no caso haver alguma alteração no programa ou na localização da Jornada. Índice das perguntas
Fiz a pré-inscrição «online» mas verifiquei que não posso estar presente. Devo comunicar a desistência?
Sim, por favor, até 29 de maio, dado que precisamos de informar com antecedência o Serviço de Alojamento do Santuário sobre o número de almoços. Para comunicar a desistência, envie um «e-mail» para o nosso endereço eletrónico. Índice das perguntas
Onde fica a Casa de Nossa Senhora das Dores?
Mais perguntas?
Dirija-as para o nosso endereço electrónico.
Design do desdobrável e dos cartazes: MAU DESIGN
© SNPC | 31.05.09










