Na área da Grande Lisboa, o nome de Cova da Moura nunca foi sinónimo de bem estar, educação ou prosperidade. Pelo contrário, esteve sempre associado à ideia de violência, insegurança, perigo, ou, na melhor das hipóteses, de falta de instrução ou simplesmente pobreza.
“Ilha da Cova da Moura” segue o quotidiano deste bairro, descobrindo nele reflexos de Cabo Verde e procurando os modos como a exclusão social se combate ou perpetua nas vidas dos seus moradores.
O filme vai abrir a 6.ª Jornada da Pastoral da Cultura, dedicada ao “Elogio da Igualdade”, que se realiza a 25 de Junho, em Fátima.
Após a exibição, segue-se uma conversa entre o realizador, Rui Simões, e o economista social Alfredo Bruto da Costa, moderada pela jornalista e crítica de cinema Margarida Avillez Ataíde.
© SNPC | 10.06.10








