Alfredo Bruto da Costa considerou que uma das causas da violência reside na valorização das diferenças em detrimento dos dos aspetos comuns da humanidade.

Durante a 6.ª Jornada da Pastoral da Cultura, o economista social sublinhou que a Europa está a sofrer as consequências de as culturas que povoam o continente não se abrirem ao universal.

Para Alfredo Bruto da Costa, “não há diferença nenhuma que possa reduzir o sentido profundo da igualdade de filhos de Deus”. “Se levarmos isto a sério – salientou – teremos uma verdadeira revolução.”

A 6.ª Jornada da Pastoral da Cultura, que reflectiu sobre o tema “Elogio da Igualdade”, realizou-se no dia 25 de junho, em Fátima.

rm
© SNPC | 28.06.10